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Comentários:
Segundo eles, a radioatividade residual continua a ter, vinte anos após o acidente, um efeito sobre determinados insetos e aranhas.
Isso é muito preocupante... Imagine uma aranha de tamanho gigante, em sua casa?
"...os ecossistemas situados na "zona de exclusão" tiravam o melhor partido da radioatividade persistente em níveis diversos. "É verdade no nível macroscópico", diz Gérard-Deville Cavelin, coautor do relatório. "Não que a radioatividade lhes seja favorável, é claro, mas a saída do homem da zona favoreceu uma parte da fauna selvagem, em especial, os mamíferos. A população de javalis, por exemplo, aumentou oito vezes"."
Já dizia minha vó! O homem é a desgraça do nosso planeta!
Na escala de nocividade, o homem estaria posicionado bem acima da radioatividade..
Confirmando a tese de minha vó.
Nas cinco categorias contadas (abelhas, borboletas, gafanhotos, libélulas e aranhas), as populações diminuem quando a radioatividade aumenta.
Porque as baratas não entraram no estudo!?!?!
"Quando a abundância de insetos diminui, é normal que seus predadores estejam presentes em número menor", explica Moller
GÊNIO!
"Essas constatações devem ser estudadas mais a fundo", avalia Deville-Cavelin. "Aumentando o número de observações e, talvez, as durações das contagens, e também tentando diferenciar a natureza da radioatividade". Com a intenção de descobrir qual dos três tipos de radioatividade (alfa, beta ou gama) é a mais nociva aos insetos polinizadores.
Ok, mas por favor, incluam as baratas nas pesquisas, queremos saber se é verdade ou é lenda a extrema resistência das mesmas!
Morte às baratas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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